Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito. (Clarice Lispector )

Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito. (Clarice Lispector )

terça-feira, 28 de junho de 2011

Ao trabalhar com Webquest o educador estimula a pesquisa e o pensamento crítico. Neste modelo o processo investigativo desenvolve as habilidades de aprendizagem nos protagonistas jovens,pois cada uma tem sua história de vida,suas próprias experiências. Nesse contexto, além de valorizar o conhecimento que eles já possuem,tem autonomia para debater, questionar e decidir. É necessário que a tarefa seja interessante, os alunos deverão ser orientados quanto ao início, desenvolvimento e conclusão do trabalho a ser desenvolvido,estabelecer prazos.
As descobertas das pesquisas visam à interação do educando para que este possa comentar o aspecto que lhe chama mais atenção, assim utiliza problemas ou situações do mundo real e tarefas autênticas para despertar o interesse dos alunos.
Nem sempre são só informações da Internet , porque é possível criar coisas originais como um vídeo ou um podcast, por exemplo.  Enfim é uma nova modalidade que possibilita novos horizontes aos alunos e professores.

 Um grande abraço, Profª Gislaine Martin

Uso dos recursos tecnológicos na pratica pedagógica

Uma entrevista que do Prof. Dr. Ladislau busca uma reformulação no que diz respeito ao planejamento aplicado na maioria das escolas por meio da requalificação. Mostrando que o professor tem o papel de conduzir o aluno a encontrar o seu caminho e a escola tem que ser mais articuladora e não mecanizar as metodologias e conceitos dos conteúdos ministrados, porque mais vale a forma de organização do conhecimento que um acúmulo desordenado.
Levando em consideração que a entrevista ocorreu há 7 anos, o cenário não mudou muito. Ladislau falou em democracia da educação e o que vemos? Ainda que a tecnologia tenha chegado a lugares antes inalcançáveis, vemos cotas, bolsas, verbas e tudo mais (ENEM-PROUNI/MEC) e ocorridos de caráter duvidoso. Devemos não somente democratizar a educação como também continuar esse processo.
Com as tecnologias a nossa disposição e a busca pelo acesso, cabe ao professor ensinar a organizar os conteúdos que se aprende no dia a dia, na escola e fora dela. E destacar, segundo o Prof. Dr.,que o professor precisa interagir com as exigências do trabalho e educação aplicada nas escolas, porque muitas vezes conclui-se o ensino básico e não se está preparado para o mercado de trabalho. Deve haver disponibilização e acesso de maneira flexível para essa interação. Não trabalhar apenas a competência, mas a habilidade, que introduza ao mundo no qual esse indivíduo vai se inserir, visando também, a reinserção no caso de idosos e aposentados.

Aprender é para toda vida

Curioso é que eu não escolhi ser professora, “ser professora” é que me escolheu! Em sala gosto de inovar e fico fascinada quando vejo resultado no que me proponho a fazer. Interagir com os alunos é muito gratificante. Sempre digo a eles que professor ganha pouco, mas se diverte...Conversamos sobre o futuro, sobre a vida, sobre sentimentos, sobre Deus, sobre o amor e claro, sobre Língua Portuguesa! Fato é que há carência de informação. Penso que como educadora, não basta alertar para a necessidade de conhecimento por práticas pedagógicas, tem de se alertar para a vida.  E por que não dizer: “Aprendemos mesmo é na escola da vida”? Há pessoas que buscam conhecimento acima de tudo, que o querem como apoio ou status, ou ainda por tantas outras razões. Mas para mim, é uma satisfação imensa a cada novo conhecimento adquirido. O novo me desperta curiosidade e o passado descoberto me encanta. Estou sempre aprendendo com meus alunos, com a tecnologia,livros, cursos, com meus erros, enfim. Que melhor forma se tem de conhecer, que experimentar? Então, vamos aprender com as TICs.

“A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento”

Tecnologia a serviço da educação

A constante evolução tecnológica que ocorre na sociedade gera novas formas de utilização do conhecimento, que precisam ser acompanhadas por meio da criação de uma nova cultura da aprendizagem.
A educação precisa incluir práticas pedagógicas por meio da tecnologia ao desenvolvimento escolar, pois, adotando um padrão que concorre com aqueles estabelecidos pela sociedade permitirá a formação de cidadãos críticos, que mesmo fora de um ambiente escolar aprendem, alicerçando cada vez mais o ensino a um nível de qualidade que se molda à medida que se evolue, erradicando o conceito de ”educação diferente” para níveis sociais diferentes.
A tecnologia na educação não somente melhora o processo pedagógico escolar, como também prepara para a vida social, já que o acesso ou não aos recursos tecnológicos pode se tornar um elemento discriminatório para a inclusão do indivíduo na sociedade moderna.
Deve-se atentar para que essa transformação que apela aos diversos recursos da mídia e gera cada vez mais ansiedade por novidades, não deturpe o foco. Pois,segundo o autor, essas informações fluem de maneira caótica. Por vezes encontra-se pessoas em frenesi, cometendo atrocidade, como cyber bulling, no caso de adolescentes. É necessário absorver informações que sejam direcionadas, colocado por Pozo, de forma estratégica e converter ao âmago do conhecimento. Assim, a tecnologia propicia a interação entre o mundo e os facilitadores, que devem conduzir a construção do ponto de vista de cada um e não mais induzir a uma verdade estabelecida, afim de que se tornem aptos a compreender o que ainda está por vir.
É certo que para muitos, o tradicionalismo, embora eficiente, é ultrapassado. Por isso, cabe aos educadores lançarem mão de recursos  que já se estabeleceram no cotidiano das pessoas, as quais são direcionadas as ações pedagógicas, porém com o diferencial de ter todas essas ações voltadas ao processo ensino-aprendizagem.
É um despertar para uma nova cultura, que exige agilidade e maturidade, porém, uma vez internalizada, apresentará grandes resultados.